800 pessoas estão internadas por Covid-19 em Alagoas; 368 na UTI

Por | 30 de março de 2021 às 5:00

Foto: Marcio Ferreira

O Boletim Epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), desta segunda-feira (29/03), confirma que 800 pessoas estão internadas em Alagoas por causa da Covid-19. O número representa 67% do total de leitos disponíveis. Além disso, nas últimas 24 horas foram registrados mais 386 novos casos e outras 22 mortes pela doença no estado.

Dessa forma, o estado tem um total de 3.511 óbitos e 152.210 casos confirmados do novo coronavírus até o momento, dos quais 3.398 estão em isolamento domiciliar. Outros 144.429 pacientes já finalizaram o período de isolamento, não apresentam mais sintomas e, portanto, estão recuperados da doença. Há 8.808 casos em investigação laboratorial.

Os casos confirmados de pessoas com a Covid-19 estão distribuídos nos 102 municípios alagoanos. Em relação ao quadro total de óbitos em Alagoas, estão confirmados 3.511 óbitos por Covid-19, mas, oito deles, eram de pessoas residentes em Pernambuco, São Paulo, Santa Catarina e Bahia, tendo como vítimas seis homens e duas mulheres. Dos 3.503 óbitos de pessoas residentes em Alagoas, 1.959 eram do sexo masculino e 1.544 do sexo feminino. Eram 1.584 pessoas que residiam em Maceió e as outras 1.919 moravam no interior do Estado, segundo o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs), da Sesau.

Para ter acesso ao boletim epidemiológico, baste clicar neste link e baixar os dados da Covid-19.

Óbitos

No boletim desta segunda-feira (29/03), mais 22 mortes foram confirmadas, laboratorialmente, por causa do novo coronavírus, sendo 13 vítimas da capital alagoana e nove do interior do Estado. As vítimas de Maceió eram sete homens de um de 41, um de 54, um de 59, dois de 67, um de 74 e um de 87 anos e seis mulheres de 46, 55, 57, 65, 80 e 84 anos.

O homem de 41 anos era hipertenso e morreu no Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), em Maceió; o homem de 54 anos tinha mieloma múltiplo e morreu na Santa Casar de Maceió; o homem de 59 anos não tinha comorbidades e morreu no Hospital Maceió; o primeiro homem de 67 anos era hipertenso e morreu no Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), em Maceió; o segundo homem de 67 anos era hipertenso, diabético e morreu também no Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), em Maceió; o homem de 74 anos era hipertenso e morreu no Hospital Arthur Ramos, em Maceió; o homem de 87 anos era hipertenso, diabético, cardiopata, tinha doença renal crônica, Alzheimer e morreu no Hospital Universitário (HU) de Maceió; a mulher de 46 anos era hipertensa e morreu no Hospital da Mulher (MH), em Maceió; a mulher de 55 anos não tinha comorbidades e também morreu no Hospital da Mulher (MH), em Maceió; a mulher de 57 anos era hipertensa, obesa, tinha doença cardiovascular crônica e morreu no Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió; a mulher de 65 anos era diabética e morreu no Hospital da Mulher (MH), em Maceió; a mulher de 80 anos era obesa, hipertensa e também morreu no Hospital da Mulher (MH), em Maceió; e a mulher de 84 anos era hipertensa, obesa, diabética e morreu no Hospital da Mulher (MH), em Maceió.

Em relação às nove vítimas que residiam no interior do Estado, eram quatro homens de 43, 50, 68 e 83 anos e cinco mulheres, sendo uma de 53, uma de 61, duas de 63 e uma de 64 anos. O homem de 43 anos, morava em Inhapi, não tinha comorbidades e morreu no Hospital de Emergência do Agreste (HEA), em Arapiraca; o homem de 50 anos, morava em Maragogi, era obeso e morreu no Hospital Regional do Norte (HRN), em Porto Calvo; o homem de 68 anos, residia em União dos Palmares, era hipertenso, diabético, tinha cardiopatia, sequelas de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) e morreu no Hospital da Mulher (MH), em Maceió; o homem de 83 anos, morava em Santana do Ipanema, era hipertenso e morreu no Hospital de Emergência do Agreste (HEA), em Arapiraca; a mulher de 53 anos, morava em União dos Palmares, era imunossuprimida e morreu no Hospital Universitário (HU) de Maceió; a mulher de 61 anos, era de Santana do Ipanema, era hipertensa e morreu no Hospital Clodolfo Rodrigues, em Santana do Ipanema; a primeira mulher de 63 anos, era de São Miguel dos Campos, não tinha comorbidades e morreu no Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), em Maceió; a segunda mulher de 63 anos, morava em Maravilha, era diabética, cardiopata, tinha mieloma múltiplo e morreu no Hospital Clodolfo Rodrigues, em Santana do Ipanema; e a mulher de 64 anos, morava em São Miguel dos Campos, era hipertensa, diabética e morreu no Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió.

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