Barulhos de trovões em plena madrugada deixam moradores de Delmiro Gouveia assustados

Além dos trovões diversos raios foram registrados. Pouco depois iniciou uma chuva que não teve as mesmas proporções dos fenômenos da natureza.

Por Ítallo Timóteo | 30 de março de 2017 às 10:46

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Divulgação.

Imagine você está dormindo tranquilamente, e de repente um barulho enorme te acordar, é de arrepiar. Foi isso que aconteceu na madrugada desta quinta-feira, 30, na cidade de Delmiro Gouveia no Sertão de Alagoas.

 

Era proximamente 2h, quando o primeiro barulho de trovão foi registrado, daí por diante as mensagens de medo começaram a ser publicadas nas redes sociais. Teve gente que após os estrondos não conseguiu mais dormir.

 

Além dos trovões diversos raios foram registrados. Pouco depois iniciou uma chuva que não teve as mesmas proporções dos fenômenos da natureza.

 

Publicação de Mirian Carvalho no Facebook, durante os fenômenos da natureza. Reprodução: Faceboook
Publicação de Mirian Carvalho no Facebook, durante os fenômenos da natureza. Reprodução: Faceboook

 

O que provoca trovões:

 

O som gerado pela onda de choque provocada pelo aquecimento e subsequente expansão supersónica do ar atravessado por uma descarga eléctrica (o raio) produzida por uma trovoada. A descarga provoca uma corrente eléctrica de grande intensidade que ioniza o ar ao longo do seu percurso, criando um plasma sobreaquecido que emite luz (o relâmpago) e se expande rapidamente, gerando uma onda de choque sónica. Ao propagar-se pela atmosfera, as ondas sonoras geradas interagem com as diferentes camadas de ar, a topografia, os edifícios e outros obstáculos capazes de produzir ecos e fenómenos difracção e refracção do som, o que origina as características reverberações do ribombar do trovão, prolongando o som no tempo e modelando a sua intensidade e frequência. Dependendo do tipo de descarga, da distância ao observador e da topografia do terreno circundante, o trovão pode soar como um simples estouro, de muito curta duração, ou ser constituído por múltiplos ecos de intensidade e frequência variáveis, em geral na gama de frequências dos 20 –  120 Hz, num ribombar que se prolonga por vários segundos. Nas proximidades da descarga o nível sonoro do trovão excede os 120 dB(A), gerando sobrepressões de até 10 vezes a pressão atmosférica normal.

 

Fonte: Wikipédia.

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