Bolsonaro favorece grandes empresas com subsídio à energia solar

Por Bahia.ba | 9 de janeiro de 2020 às 4:00

Bancos, telefônicas, redes varejistas e companhias do agronegócio estão no grupo das grandes empresas mais favorecidos com a manutenção das regras do setor de energia solar, promovida pelo próprio presidente Jair Bolsonaro, informa reportagem do jornal Folha de S. Paulo.

Para especialistas do setor, o governo adotou uma posição populista ao encampar o discurso de não “taxar o Sol”, quando o debate não previa a criação de tributo, mas a eliminação de um subsídio, que eleva a conta de luz de todos os consumidores do país.

Segundo estimativa do Ministério da Economia, o subsídio vai custar ao consumidor R$ 34 bilhões até 2035. Ainda assim, nesta terça (7), Bolsonaro se reuniu com a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) e disse que o debate acabou. O subsídio fica.

A proposta da Aneel, apoiada pelos ministérios de Minas e Energia e Economia, criaria um cronograma para pôr fim à isenção, adotada em 2012, pelo uso da rede transmissão.

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