Empresas apostam em modelos flexíveis de trabalho, mas consideram retorno total em 2021

Por Bahia.ba | 20 de novembro de 2020 às 18:00

Marcelo Camargo/Agência Brasil

A partir do próximo ano, as empresas brasileiras devem apostar em um retorno total dos funcionários. O intuito da volta, alinhado com a flexibilização das medidas de segurança para evitar o contágio do novo coronavírus, é o de preservar tanto a saúde mental dos funcionários, quanto a cultura das empresas. Conforme informações do site Valor Econômico, mesmo com este retorno, a expectativa é que as companhias adotem modelos mais flexíveis de trabalho.

Um levantamento feito pela Orbit Data Science mostrou que em fevereiro, antes das medidas de restrição tomadas pela pandemia, a satisfação dos brasileiros com o modelo home office era de 71,3%, em março o número caiu para 57%, em junho chegou a 45% e os dados mais recentes, de outubro, mostram que o percentual dos insatisfeitos chegou a 43%. A análise foi feita baseada em cinco mil comentários sobre o tema nas redes sociais e em portais de notícia.

A maior queixa dos funcionários que trabalham em casa, conforme o estudo, é a sobrecarga de trabalho, alinhada com distração, saudade dos colegas e ainda adaptação ruim gerando, por exemplo, dores nas costas e estrese. Já quem gosta se apoia na flexibilidade e no aconchego.

De acordo com a publicação, executivos e CEOs já entendem que “uma solução única não funciona para todos”. Como há posicionamentos contra e favor ao modelo, a aposta das empresas deve ser um formato que irá atender os dois lados e o modelo de trabalho “híbrido” é o que mais deve atender as companhias já no próximo ano.

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