Estudo aponta risco de morte até 61% maior associado à variante britânica

Por Redação com Bahia.ba | 16 de março de 2021 às 9:30

Foto: Elineudo Meira/Fotos Públicas

Pacientes infectados com a variante do Reino Unido do novo coronavírus, a B.1.1.7, têm chances 61% maiores de morrer pela doença do que aqueles que contraíram outras cepas. A pesquisa foi publicada na revista científica ‘Nature’, nesta segunda-feira (15), e traz ainda uma margem de erro que aponta que o risco maior de óbito pode variar de 42% a 82%.

De acordo com o resultado, o risco de morte pode aumentar para pacientes a partir de 70 anos cerca de 28 dias após contraírem a doença: homens com 85 anos ou mais (passa de 17% para 25%); mulheres com 85 anos ou mais (de 13% para 19%); homens entre 70 e 84 anos (de 4,7% para 7,2%); e mulheres entre 70 e 84 anos (de 2,9% para 4,4%).

Os pesquisadores da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, responsáveis pelo estudo, afirmaram que a “análise sugere que a B.1.1.7 não é apenas mais transmissível do que as variantes preexistentes do Sars-CoV-2, mas também pode causar doença mais grave”.

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