Mellina Freitas volta a ser denunciada pela imprensa nacional

Portal UOL traz informações que ela acumulou por sete meses cargos remunerados como assistente administrativa na sede do PMDB e como secretária de Cultura do Estado de Alagoas.

Por Cada Minuto | 17 de outubro de 2016 às 14:06

095cb6fa-51c8-4358-878c-a0366ab6e3f5O Portal UOL traz hoje em sua matéria principal uma denúncia contra a ex-prefeita de Piranhas (AL) Mellina Freitas (PMDB) acumulou por sete meses cargos remunerados como assistente administrativa na sede do PMDB e como secretária de Cultura do Estado de Alagoas.

 

De acordo com o Portal, documentos obtidos a partir da prestação de contas do PMDB em 2015 junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) mostram que, entre janeiro e julho de 2015, Mellina recebeu como funcionária do Diretório Nacional do PMDB, cuja sede fica em Brasília, e como secretária de Estado em Alagoas, cargo que exige dedicação integral.

 

Os documentos obtidos pela reportagem do UOL indicam que, entre janeiro e julho daquele ano, Mellina recebeu rendimentos das duas fontes. Em junho, por exemplo, ela recebeu R$ 7.200 como assistente administrativa do PMDB e R$ 18,2 mil como secretária de Estado, um total de R$ 25,4 mil.

 

Para executar as duas funções, porém, ela precisaria trabalhar 14 horas por dia, seis dias por semana. Isso porque seu contrato com o Diretório Nacional do PMDB previa uma jornada de 44 horas semanais enquanto o cargo de secretária lhe obrigaria a trabalhar 40 horas semanais.

 

Mellina afirma que “não houve incompatibilidade no ato de nomeação […] da servidora comissionada Mellina Torres Freitas para o cargo de secretária de Estado da Cultura, visto que o Partido do Movimento Democrático Brasileiro se trata de uma entidade de direito privado”.

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