Rapidinhas: convenções, coligações e destino que toma o pleito na Terra do Pioneiro

Por Redação | 21 de agosto de 2020 às 7:00

Foto: Divulgação

Fala, moçada! Chegou a hora e a vez do quadro mais comentado na cidade. As rapidinhas da política resume os bastidores da eleição, além de deixar você bem informado(a). Então, vamos ao que interessa!

Coligações I

O quebra-cabeças ainda não está montado. Numa eleição onde a cidade está fragilizada e desgastada, políticos sem exemplo, tentam a todo custo se manter “na fita”. Esse é um dos motivos da cautela. Fechar com gente descompromissada, queima quem tem chance.

Coligações II

Daniel Marques (PDT), retirou a pré-candidatura e vai apoiar os também pré-candidatos a prefeito e vice, Rodrigo Rocha e Carlos Alexandre (Avante). Agora, é esperar a próxima pesquisa. Se com a chegada do pedetista, ultrapassarem os 10 pontos, a coligação está viva. Se não, o melhor caminho é unir. Caso isso ocorra, resta saber com quem.

Coligações III

Se engana quem pensa que a política de Delmiro Gouveia é feita apenas pelos preponentes ao cargo de chefe do executivo. As conversas partem para o âmbito regional, por uma série de fatores que não dá para explicar aqui. De uma coisa é certa: Ninguém que construiu quer aliar com quem só foi de ladeira a baixo. E isso, a galera de fora precisa compreender.

Convenções I

Vão ter início este mês e seguem até o dia 16 de setembro, de acordo com o calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). E por ironia do destino, o prazo se encerra no dia da Emancipação Política do Estado. Data sugestiva, reflexiva e que até lá, vai ter gente de cabelo em pé e tentando desenhar o resultado de 15 de novembro.

Convenções II

Além de serem realizadas via internet, por conta da pandemia por covid-19, desta vez, vão esconder da grande massa a insatisfação de pessoas que pensam que vão compor e, na hora, são deixados de lado. Exemplos até faltam nos dedos das mãos. Ps: sei que você está fazendo uma viagem no tempo!

Destino I

Tirando à pandemia, esse pleito é diferente do de 2016. O número de indecisos é assustador. Entretanto, tendo em vista os movimentos que estão sendo realizados, além das lives, é perceptível que não vai ser fácil para ninguém, caso alguém esteja imaginando que já tem favorito.

Destino II

Outro fator que precisa ser analisado é a ligação da política local, com a estadual. Deputados, senadores e o próprio governador já deram spoilers de quem vão apoiar. E se em 2016 foi decepcionante para alguns, a lição de casa é uma só – Aguardar a resposta das urnas!

Destino III

O que não bate na conta é o simples fato da estratégia utilizada por alguns pré-candidatos. Quando cresce na popularidade, falta o carisma. Sem sombra de dúvidas, tirando os do bonde “farinha pouca, meu pirão primeiro”, aos que desejam comandar a cidade, três regrinhas – verdade, histórico e proximidade são fatores preponderantes na eleição. Dica valiosíssima!

Depois destas, nada melhor ir tomar meu caldo de cana, com pastel, no Centro da cidade. Não esquece, usa a máscara e o álcool gel. Até a próxima.

 

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