Alagoas: Sesau inicia monitoramento para combater o mosquito da Dengue

Estado vai avaliar atividades de campo no município para controlar o vetor que transmite ainda a Zyka e a Chikungunya

Por Danielle Cândido | 15 de junho de 2015 às 16:28

trabalho integrado entre o Estado e o município é estratégico para rever a prática, melhorar as ações e qualificar o serviço prestado à população (Foto: Arquivo Sesau)
trabalho integrado entre o Estado e o município é estratégico para rever a prática, melhorar as ações e qualificar o serviço prestado à população (Foto: Arquivo Sesau)

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) inicia, nesta segunda-feira (15), o monitoramento de campo para combater o mosquito aedes aegypti no município de Arapiraca. A avaliação integrada tem a finalidade de controlar o vetor, responsável por transmitir a Dengue, e também a Zyka e a Chikungunya.

 

De acordo com a diretora de Vigilância Epidemiológica da Sesau, Cleide Moreira, o monitoramento integrado iniciou no último dia 27 de maio, passando pelas cidades de Major Isidoro, Santana do Ipanema, Carneiros e São Sebastião. “Agora, Arapiraca foi escolhida por estar entre os cinco municípios alagoanos em epidemia”, justificou ela, esclarecendo que a incidência na cidade apresenta 359 casos a cada 100 mil habitantes.

 

Cleide Moreira esclareceu que se espera da iniciativa uma melhoria das ações por parte da população, profissionais de saúde e órgãos públicos. Para isso, “vamos fazer inicialmente o acompanhamento das atividades de campo realizadas pelos agentes comunitários e de endemias”, falou a diretora de Vigilância Epidemiológica da Sesau.

 

O trabalho integrado entre o Estado e o município é estratégico para rever a prática, melhorar as ações e qualificar o serviço prestado à população para combater o mosquito Aedes aegypti. Nesse sentido, a diretora pontuou que é importante fazer o armazenamento adequado da água e a eliminar recipientes em uso, que possam acumular a água e virar criadouros do mosquito nas residências, jardins e quintais.

 

“É ainda fundamental o recolhimento e destino final do lixo urbano; a limpeza dos terrenos baldios, de praças e de cemitérios; e a fiscalização das borracharias, para que não deixem os pneus ao relento”, finalizou Moreira, acerca das orientações necessárias para o combate ao mosquito.

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