Água Branca: Vereadores repudiam afirmação de Rafael Campos e um dos edis o chama de “ladrão”

Afirmação polêmica foi dada na sessão ordinária da última sexta-feira (27), Rafael Campos disse que os vereadores viviam preso em uma coleira.

Por Edson Alves e Ítallo Timóteo | 30 de novembro de 2015 às 7:40

Os vereadores do município de Água Branca repudiaram durante sessão ordinária da última sexta feira (27), as declarações feitas pelo pré-candidato a prefeito, o biomédico Rafael Campos de Toledo no quadro Radar Político do programa Radar 89.

 

Segundo os vereadores, Rafael teria dito na entrevista (que foi realizada no dia 20 de novembro), que os vereadores da base governista estariam externados e que viviam presos em uma ‘coleira’.

 

Em resposta, os vereadores usaram a tribuna e rebateram duramente as palavras de pré-candidato. Numa das falas, o vereador Pedro Freire falou do prisão do pai de Rafael durante a operação ‘Gabiru’ e chamou o biomédico de ladrão.

 

Além de Freire, os edis que se pronunciaram sobre o assunto foram: Cargilson, Tânia Costa, Manu Dorinha, Zé Paulo e o presidente da casa Maciel dos Santos.

 

Ouça a fala dos vereadores durante a sessão:

 


 

 

 

Rafael enviou uma nota de esclarecimento sobre o caso:

 

Aos Excelentíssimos Vereadores(as) da Câmara Municipal de Água Branca

As entidades e instituições legalmente constituídas

 

Venho através desta expressar e esclarecer, aos nobres representantes em vereança, e a população através de suas representações  alguns pontos de vista:

 

Acredito que democracia se faz com liberdade de expressão e diálogo constante, pois, pauto minha conduta moral e política no respeito ao próximo e no exercício do significado dessa palavra.

 

Jamais, em tempo algum, usarei dessa liberdade para caluniar ou denegrir a integridade moral e política de algum cidadão ou de uma entidade como por exemplo a câmara municipal de vereadores aqui representada.

 

Dessa forma não permitirei que mal julgamentos e interpretações equivocadas sejam dadas a palavras ditas por mim, o termo “coleira” não foi empregado como forma de agressão ou comparação com animais e sim com uma situação onde o poder executivo municipal, de forma indireta, trata com desdém as demandas da casa legislativa e os membros da mesma.

 

Apesar das circunstâncias, não me direcionarei a vereador algum, mesmo os que tentaram denegrir a minha imagem e de meus familiares, não faço esse tipo de política, minha integridade não será abalada por pessoas de caráter duvidoso.

 

Dessa maneira deixo claro que, independente de partido, seja de situação ou de oposição, o respeito as condutas políticas serão sempre dadas por mim, e que o uso dessa tribuna seja sempre para o avanço da construção de uma Água Branca mais próspera e igualitária.

 

Sem mais delongas,

Rafael Toledo Silva Campos, Água Branca, 24 de novembro de 2015.

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