Manifestação se iniciou na manhã desta quarta-feira (1) após a morte pai, mãe e filho de quatros anos.
Por Redação - Ítallo Timóteo | 1 de outubro de 2014 às 13:45
Moradores de Inhapi com o apoio do Movimento Sem Terra (MST) fecharam desde a 5h da manhã desta quarta-feira (1), um trecho da BR-423 no povoado Leobino zona rural do município. Os manifestantes reivindicam quebra-molas no mesmo trecho em que aconteceu o acidente que matou pai, mãe e filho, na ultima segunda-feira (29).
Os manifestantes colocaram pneus queimados, pedras, placas e madeiras para interditar a rodovia, segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) do posto Carié o congestionamento sentido Delmiro/Inhapi chegou a quatro quilômetros, já Carié/Inhapi chega aos três quilômetros.
Cerca de trezentas pessoas participam da manifestação, a reportagem do Radar 89 apurou que o enterro de Ricardo Queiroz, Kaliane e seu filho de quatros anos mortos no acidente, foram sepultados na manhã desta quarta-feira no cemitério municipal de Inhapi. Inclusive o cortejo fúnebre passou no local da manifestação o que revoltou ainda mais os manifestantes, no local do acidente foi encontrado um pedaço do crânio de algumas das vítimas do acidente. A reportagem apurou também que o Radar eletrônico estava sendo apedrejado pelos manifestantes.
Guarnições do Pelotão de Operações Especiais (Pelopes) e Rádio Patrulha do 9º Batalhão de Polícia Militar (9º-BPM) estão no local dando apoio aos patrulheiros federais.
Nossa reportagem conversou com o patrulheiro rodoviário federal “Do Vale” que informou que a superintendência da PRF está em reunião com Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) para ser feitos os quebra-molas que os manifestantes reivindicam.