
A Seleção Brasileira terá pela frente a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. A equipe europeia garantiu a vaga ao vencer a Costa do Marfim por 2 a 1 e enfrentará o Brasil no próximo domingo (5), às 17h (de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey.
De volta a um Mundial após 28 anos, a Noruega vive um dos melhores momentos de sua história recente, impulsionada por uma geração de jogadores que atua nos principais clubes da Europa.
Um dado que aumenta a expectativa para o confronto é o retrospecto entre as seleções. Em quatro encontros na história, o Brasil nunca venceu a Noruega. Foram duas derrotas e dois empates: igualdade por 1 a 1 em amistoso, em 1988, derrota por 4 a 2 em outro amistoso, em 1997, revés por 2 a 1 na fase de grupos da Copa do Mundo de 1998 e novo empate por 1 a 1, em amistoso disputado em 2006.
Geração de ouro
O principal nome da equipe é Erling Haaland. O atacante do Manchester City marcou o gol da classificação contra a Costa do Marfim e é a principal referência ofensiva da seleção. Ao seu lado, o meia Martin Ødegaard, capitão e jogador do Arsenal, comanda a criação das jogadas.
O elenco ainda conta com Alexander Sørloth, do Atlético de Madrid, e Antonio Nusa, do RB Leipzig, que dão velocidade e profundidade ao ataque.
Estilo de jogo
Desde 2020, a seleção é comandada por Ståle Solbakken, que implantou um modelo baseado em pressão na saída de bola, transições rápidas e intensidade ofensiva.
A força física também é uma das características da equipe. Com uma das linhas defensivas mais altas da Copa, liderada pelos zagueiros Kristoffer Ajer (1,96 m) e Leo Skiri Østigård (1,93 m), a Noruega faz das bolas paradas uma de suas principais armas.
Na fase de grupos, os noruegueses terminaram na vice-liderança do Grupo I, atrás apenas da França, após vencerem Iraque e Senegal e perderem para os franceses.
Por Metro1.