Delmiro tem 2,3 mil eleitores a mais que em 2012

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O alto sertão de Alagoas é formado pelos municípios de Delmiro Gouveia, Água Branca, Pariconha, Inhapi, Canapi, Mata Grande, Piranhas e Olho D’água do Casado. Nele, segundo dados da Justiça Eleitoral estarão aptos a votar nas eleições de 5 de outubro, 113.886 eleitores. A cidade de Delmiro Gouveia é onde se concentra a maior população eleitoral da região, com 33.653 eleitores.

 

São quase 2.344 votos a mais do que as eleições de 2012 quando o número era de 31.309. O curioso é que em 2010, Delmiro tinha mais pessoas aptas a votar, 35.305.

 

Veja abaixo, a relação com o número de eleitores das cidades do alto sertão alagoano que poderão votar no próximo dia 5 de outubro:

 

-Delmiro Gouveia – 33.653 eleitores

-Piranhas – 15.550 eleitores

-Mata Grande – 15.096 eleitores

-Água Branca – 13.647 eleitores

-Canapi – 11.725 eleitores

-Inhapi – 10.990 eleitores

-Pariconha – 7.147 eleitores

-Olho D’água do Casado – 6.078 eleitores

Padre Eraldo e Pedro Paulo podem sofrer derrota com candidato Ronaldo Medeiros

Segundo matéria publicada pelo portal ‘7 Segundos’ da cidade de Arapiraca, o nome de Ronaldo Medeiros (PT), candidato a deputado estadual e uma das apostas do Padre Eraldo e do vereador Pedro Paulo, não aparece na análise dos prováveis eleitos em 2014. Já o nome do professor Edvaldo Nascimento (PCdoB) é incluindo na lista dos 27 eleitos para a Casa Tavares Bastos.

Vereador Pedro Paulo, Padre Eraldo e o candidato Ronaldo Medeiros em evento político
Vereador Pedro Paulo, Padre Eraldo e o candidato Ronaldo Medeiros em evento político

Para o portal, ‘quase nada muda nessa eleição, os candidatos à reeleição que concorrem aos cargos de Deputado Estadual em Alagoas, vem mostrando força nas pesquisas e opiniões de especialistas, que cada vez mais, afunila a definição para as 27 vagas na Assembleia Legislativa do Estado.

 

Nesse levantamento, segundo o portal, ‘foram levados em consideração, pesquisas internas, intenção de voto, números de votos das eleições anteriores, situação financeira e partidária, além da popularidade dos candidatos’.

 

Porém, na radiografia desenvolvida pelo analista político Marcelo Bastos para o Jornal Extra, o PT que não fez coligação na proporcional pode eleger até três deputados, assim, Ronaldo Medeiros disputaria a terceira vaga com o candidato Pinto de Luna.

 

Vejam abaixo a probabilidade dos possíveis nomes a ocuparem as 27 vagas, por coligação partidária segundo o portal ‘7 Segundos’:

 

(PT) Judson Cabral, Marquinho Madeira. (PSDB e PRP) Edval Gaia Filho, Gilvan Filho, Bruno Toledo. (PROS, PT do B, PHS, PC do B e PV) Carimbão Júnior, Marcelo Victor, Professor Edvaldo. (PRTB, PPL e PMN) Antônio Albuquerque, João Beltrão, Jairzinho Lira, Cícero Ferro. (PSB, SD, DEM, PP, PPS, PRP, PR e PSDC) Jó Pereira, Inácio Loiola, Marcos Barbosa, Jeferson Morais, João Caldas, Meirica. (PDT, PMDB, PSC, PTB, e PSD) Sergio Toledo, Olavo Calheiros, Thaise Guedes, Isnaldo Bulhões, Jota Cavalcante, Luiz Dantas, Alves Correia, Dudu Holanda, Cícero Cavalcante.

Candidatos ao governo alertam para “retomada” do crime de mando em AL

Após o assassinato de Antonio Cezar Carmo, de Piaçabuçu, candidatos prenunciam “retomada” da pistolagem em AL

O assassinato do vereador de Piaçabuçu, Antonio Cezar Carmo (PSDB), na quarta-feira (10), foi citado diretamente nas falas de dois candidatos a governador de Alagoas, durante o debate realizado pela TV Alagoas, na última sexta-feira (12). O caso pautou manifestações de repúdio ao crime de mando em Alagoas. E é apenas um sintoma da troca de acusações que a morte do vereador desencadeou entre candidatos da disputa pelo governo.

 

O candidato Benedito de Lira (PP) fez a primeira referência ao homicídio que desencadeou uma investigação sobre uma suposta lista de pessoas marcadas para morrer no Litoral Sul de Alagoas, por motivações políticas.

 

Ao ser perguntado sobre o desafio da redução de homicídios no Estado mais violento do País, Biu defendeu uma maior participação do governo federal no combate à violência, o aumento do efetivo das polícias e investimento em inteligência e em uma “polícia especial” para combater o crime organizado e o tráfico de drogas.

 

“Queremos fazer com que a segurança de Alagoas possa viver momentos de tranquilidade para a sua população. Não é admissível que a gente possa conviver com o que nós estamos vivendo hoje em Alagoas. Recentemente, eu estive em um município vizinho do Baixo São Francisco, e a informação que tivemos foi que, em um mês, foram assassinadas mais de 27 pessoas. E, ontem, foi sepultado um vereador. Crime de mando!”, disparou Biu, sem entrar em detalhes sobre tais informações.

 

Júlio Cezar (PSDB) foi o outro candidato a citar a questão do crime de mando, ao ser questionado pelo jornalista Arnaldo Ferreira sobre a troca de ataques entre candidatos no guia eleitoral. O tucano lembrou os problemas de Alagoas e do que considera ter sido avanços da gestão de Teotonio Vilela Filho (PSDB). E foi além, ao defender que tais forças do crime não podem voltar a atuar em Alagoas.

 

“Segurança, é uma área fundamental. Aqui, os colegas têm debatido isso com preocupação. É também a nossa preocupação. Não tenho compromisso com o erro. Não tenho compromisso com aquilo que não deu certo. O compromisso é manter o que deu certo, ir além e corrigir o que não deu. Defendo a manutenção do Gecoc [o áudio falha no estúdio, neste momento]… Alagoas tem uma cultura do crime de mando. Lamentavelmente, esta semana, um vereador do meu partido foi morto. É preciso combater de frente. Essas forças não podem voltar ao comando de Alagoas. Sob pena de patrocinar outros crimes”, defendeu Júlio Cezar.

 

Renan Filho (PMDB) tratou do tema da segurança pública, ao fazer uma pergunta para o Coronel Goulart (PEN). Segundo o peemedebista, é preciso melhorar a segurança em Alagoas, para garantir o direito de o cidadão ir e vir e de os pais e mães de família viver melhor. E expôs a proposta de criar o programa Alagoas Contra o Crime, para estruturar o aparato de segurança, aumentar o efetivo da Polícia Militar, melhorar a capacidade de elucidação de crimes da Polícia Civil e combater a impunidade e melhorar outros serviços públicos para a população.

 

“Matar, passou a valer a pena, já que o bandido mata e não vai preso. Por isso, temos que aumentar a capacidade de repressão no Estado”, disse Renan Filho, ao tratar do tema.

 

Do discurso à prática

 

Em texto anterior, este blog tratou do problema do crime de mando como um problema presente desde o primeiro mandato do governador Teotonio Vilela, que insiste em afirmar que exterminou o crime de mando em seu governo.

 

O que a sociedade espera é que esta modalidade de crime político realmente não seja ampliada no Estado. E tal risco existe em qualquer que seja o cenário do resultado das urnas, daqui a vinte dias. Porque os líderes da disputa possuem, em sua lista de aliados, nomes bem conhecidos do submundo do crime em Alagoas.

 

Livrar do julgo dos coronéis as instituições policiais, o Judiciário e o Ministério Público é a principal virtude que o próximo governante deve ter, ao assumir o compromisso de comandar a segurança pública, sem proteger seus cabos eleitorais ou ex-aliados com relação histórica com crimes de mando em Alagoas.

Após três horas de atraso, Marina participa de comício esvaziado

Presidenciável visitou quatro cidades de três estados diferentes.
Público esperava a candidata desde 20h, mas ela chegou depois das 23h.

A candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, atrasou-se por mais de três horas para um comício que estava marcado para as 20h deste sábado em Teresina (PI). A ex-senadora chegou ao local por volta das 23h20, quando a maior parte do público já havia ido embora.

Marina visitou quatro cidades de três estados diferentes neste sábado, por isso o último compromisso do dia, o quinto da agenda, acabou ocorrendo mais tarde do que previsto devido aos atrasos nos deslocamentos,  informou a assessoria.

A candidata começou o dia em um ato público no bairro Campos dos Velhos, na cidade de Sobral (CE) e seguiu para Campina Grande (PB), onde fez um comício no Parque do Povo. Na capital paraibana, João Pessoa, teve ainda dois compromissos: visitou o hospital filantrópico Padre Zé e participou de comício no bairro Mangabeira. O terceiro comício do dia foi o de Teresina.

A legislação eleitoral proíbe a realização de comícios entre meia-noite e 8h. O evento do qual Marina participou terminou às 00h20. A assessoria da candidata informou que a agenda se tratava de uma “reunião partidária” em local fechado, por isso não tem restrição de horário. Na agenda divulgada pela campanha, o evento consta como comício.

Marina Silva abriu seu discurso pedindo desculpas aos militantes pelo atraso e citou seu antecessor na cabeça da chapa do PSB, o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que morreu em um acidente aéreo há um mês.

“Muitas vezes, a persistência e a resistência servem de exemplo para a conquista dos objetivos. A permanência da militância até esse horário serve de vigília ao legado de Eduardo Campos, dando continuidade às suas propostas e vontade de mudar o país”, afirmou a candidata.

Mais cedo, Marina disse que este seria um dia de “trégua na campanha” em memória à morte de Campos, que completou um mês neste sábado. No comício em Teresina, porém, ela teceu críticas aos seus adversários na disputa ao Palácio do Planalto, em especial a Dilma Rousseff (PT).

A candidata do PSB criticou o fato de a presidente ainda não ter apresentado seu plano de governo e citou as denúncias de corrupção envolvendo a Petrobras. “Essa postura [de não ter plano de governo] se justifica porque ela [Dilma Rousseff] quer continuar indicando os diretores da Petrobras pelos critérios do roubo”, declarou.

Marina repetiu que vem sofrendo “calúnias e boatos”, mas que não responderá “na mesma moeda”. “Não vou usar as armas sujas que meus concorrentes estão usando”, disse.

A candidata lembrou que entre os três primeiros colocados na disputa pela Presidência, ela tem o menor tempo de propaganda eleitoral. “Mesmo assim eles estão tremendo que nem uma vara verde”, rebateu.

 

A ex-ministra ainda criticou a postura do governo brasileiro diante da crise financeira internacional. Países desenvolvidos como os Estados Unidos, segundo ela, “fizeram o dever de casa” e atualmente conseguem reerguer a economia. “No Brasil, alguns ficavam dizendo que era apenas uma marolinha”, afirmou em referência ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Pela arrogância e incompetência de alguns, os brasileiros é que estão sofrendo com a inflação alta”, completou. A candidata, porém, não falou sobre a independência do Banco Central, tema defendido publicamente por ela e que vem sendo alvo de críticas do PT.

Na disputa pelo Senado em AL, Collor tem 41% e Heloísa, 24%, aponta Ibope

Margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.
Instituto entrevistou 812 eleitores no estado entre 7 e 10 de setembro.

Pesquisa Ibope divulgada nesta sexta-feira (12) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na disputa pela vaga de Alagoas ao Senado:

 

Fernando Collor (PTB) – 41%

Heloisa Helena (PSOL) – 24%

Omar Coelho (DEM) – 6%

Coronel Brito (PEN) – 1%

Elias Barros (PTC) – 1%

Marcos Aguiar (PTN) – 1%

Oldemberg Paranhos (PRTB) – 1%

Eduardo Magalhães* (PSDB) – 0%

Brancos e nulos – 12%

Não sabe ou não respondeu – 14%

* O candidato indicado com 0% não atingiu 1% das intenções de voto

Encomendada pela TV Gazeta de Alagoas, a pesquisa é a segunda do Ibope. No levantamento anterior, divulgado em 15 de agosto, Collor tinha 43% e Heloisa Helena, 26%.

 

A pesquisa foi realizada entre os dias 07 e 10 de setembro. O Ibope ouviu 812 eleitores em 37 municípios. A margem de erro é de três pontos, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de três pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

 

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral com o número AL-00010/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-00592/2014.

Renan Filho tem 43% e Biu, 26%, aponta pesquisa Ibope em AL

Margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.
Instituto entrevistou 812 eleitores no estado entre 07 e 10 de setembro.

Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (11) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para o governo de Alagoas:

 

Renan Filho (PMDB) – 43% das intenções de voto

 

Benedito de Lira (PP) – 26%

 

Mário Agra (PSOL) – 1%

 

Júlio Cezar (PSDB) – 1%

 

Coronel Goulart (PEN) – 0%

 

Golbery Lessa (PCB) – 0%

 

Joathas Albuquerque (PTC) – 0%

 

Luciano Balbino (PTN) – 0%

 

Branco/nulo – 15%

 

Não sabe/não respondeu – 13%

 

* Cada um dos quatro indicados com 0% não atingiu 1% das intenções de voto

 

 

No levantamento anterior, em agosto, Renan Filho tinha 42% e Benedito de Lira, 23%.

A pesquisa foi encomendada pela TV Gazeta de Alagoas.

 

Segundo turno

 

O Ibope fez uma simulação de segundo turno entre Renan Filho e Benedito de Lira. Os resultados são os seguintes:

 

Renan Filho: 47%

 

Benedito de Lira: 29%

 

Branco/nulo: 13%

 

Não sabe/não respondeu: 11%

 

Rejeição

 

A pesquisa aferiu a taxa de rejeição de cada um dos candidatos, isto é, aquele em quem o eleitor diz que não votará de jeito nenhum.

 

Renan Filho (PMDB) – 22%

 

Benedito de Lira (PP) – 21%

 

Mário Agra (PSOL) – 15%

 

Júlio Cezar (PSDB) – 13%

 

Coronel Goulart (PEN) – 12%

 

Golbery Lessa (PCB) – 12%

 

Joathas Albuquerque (PTC) – 12%

 

Luciano Balbino (PTN) – 12%

 

Poderia votar em todos – 12%

 

Não sabe/não respondeu – 37%

 

Avaliação do governador

 

Na mesma pesquisa, os eleitores também responderam sobre a avaliação ao governo Teotonio Vilela Filho (PSDB). Segundo o Ibope, 24% disseram que a administração dele é “ótima ou boa”. Outros 26% afirmaram que ela é regular. Os que dizem que é “ruim ou péssima” somam 41%.

 

O Ibope fez a pesquisa entre os dias 7 e 10 de setembro. O instituto ouviu 812 eleitores em 37 municípios. A margem de erro é de três pontos, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de três pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

 

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral com o número AL-00010/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-00592/2014.

TRE de Alagoas recebe mais de 200 ações movidas por candidatos

A menos de um mês das eleições, os órgãos fiscalizadores registram aumento da demanda

Desde que começou a propaganda eleitoral, no dia 19 de agosto, mais de 200 ações foram impetradas no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), movidas por candidatos que se sentiram ofendidos por seus adversários no horário político transmitido na rádio e TV. A menos de um mês das eleições, os órgãos fiscalizadores registram aumento da demanda que chega diariamente ao Ministério Público, Po lícia Federal e Justiça, especialmente, denúncia sobre ilícitos como a compra de votos.

 

O advogado Antônio Carlos Gouveia, presidente da Comissão de Combate a Ilícitos Eleitorais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/AL), afirmou que é objetivo do colegiado ficar mais próximo da sociedade neste momento da escolha dos seus representantes. É tarefa do órgão receber denúncias de crimes eleitorais e encaminhá-las a outros órgãos, que instauram procedimento para fazer a investigação.

 

A partir da denúncia feita na OAB, o caso é encaminhado ao Ministério Público Eleitoral e a Polícia Federal, segundo esclareceu Antônio Carlos Gouveia. “Até agora, a Comissão recebeu poucas denúncias de crime eleitoral. Em agosto, foram sete e em setembro foram três. Acredito que essa quantidade mínima é por causa do desinteresse da população pela política”, afirmou Antônio Carlos.
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Candidato do PV arrecada R$ 300 em doações

Entre os presidenciáveis, Eduardo Jorge foi o que recebeu a menor quantia.

{425a53c6-79c2-4198-b77e-519f945a44ad}_1O candidato do PV à Presidência, Eduardo Jorge, foi o que recebeu a menor quantia em doações. De acordo com os dados fornecidos ao TSE, ele conseguiu arrecadar R$ 300. A doação foi feita por uma pessoa física. Em seguida, está o candidato Rui Costa Pimenta (PCO), que arrecadou R$ 10.450. Pastor Everaldo, do PSC, arrecadou R$ 233.100, o maior valor entre os candidatos nanicos. Luciana Genro (PSOL) conseguiu R$ 212.878,47 e Levy Fidelix (PRTB) R$ 52.579.

 

Os comitês financeiros das campanhas, porém, alcançaram valores mais altos. No caso de Eduardo Jorge, por exemplo, foram arrecadados R$ 2.410.333,33. Rui Costa Pimenta não encaminhou as receitas do comitê. Já o do candidato Levy Fidelix (PRTB) recebeu R$ 103 mil, sendo R$ 100 mil doados pela empresa UTC. O comitê financeiro do candidato do PSDC, Eymael, recebeu apenas R$ 600.

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